sábado, 25 de setembro de 2010

Valores...

Depois de uma grande tempestade, a união prevaleceu novamente, e tiramos forças sabe-se lá de onde para estarmos ensaiando da maneira que estamos. Mas sempre vai existir críticas, não podemos fugir delas, a partir do momento que nos expomos, é óbvio que vão surgir comentários.
Mas temos que lembrar que os comentários ouvidos não servem apenas para os atores, e na maioria das vezes, nós atores que somos tachados como culpados por algo que não deu certo. E não só somos tachados por quem assistiu (espero que vocês compreendam o que quero dizer, muitas vezes jogam uma culpa que não é nossa na gente, e temos que saber jogar esse tipo de coisa fora).
Precisamos cada vez mais estarmos juntos, e como têm-se a liberdade de falar as coisas na nossa cara, também temos total liberdade de ligarmos o foda-se. É muito fácil criticar os outros, muito mais fácil do que elogiar, hoje em dia temos que implorar para receber um elogio, o que não é normal.
Acredito que o que importa no momento somos nós com nós mesmos, quem deve saber se estamos tendo alguma evolução somos nós, quem deve saber se aprendemos alguma coisa com todo esse processo, somos nós.
O público, em qualquer espetáculo, sempre vai ver o resultado, nunca imaginando como foi o processo, e que todos nós sabemos, não foi e não está sendo fácil, em 3 anos de faculdade, aprendemos a criar um personagem, a estudar suas caracteríscas, e compreender seus gestos, não simplesmente chegar e fazer, criar na hora da cena, e é isso o que está acontecendo esse ano, por isso tamanha dificuldade. Devido à essas características nos sentimos engessados.
Mas já estamos na etapa final do processo, e querendo ou não, é preciso agarrar e acreditar no trabalho. Assim como também é preciso mais organização e um cronograma de estudos (mesmo nessa etapa final).
Sei lá, são tantas coisas pra falar, ao mesmo tempo que temos que nos controlar para não sairmos prejudicados.
Vamos lá pessoal, a união está voltando, e estamos nos ajudando cada vez mais. Vamos continuar por esse caminho. E assim, criarmos a nossa própria opinião sobre o espetáculo, e aceitarmos opiniões de fora, se concordarmos, se for uma crítica construtiva.
E só para finalizar, sempre ouvimos para não dar atenção à quem quer se sobressair, porque se darmos forças essa pessoa cresce, então, temos que observar isso, não só entre nós, não só no momento de atuação, mas com tudo.
Estamos na faculdade com professores educadores (pelo menos é assim que era pra ser, se isso é cumprido ou não...outra história)...

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